Quinta-Feira, 18 de Julho de 2019

Dia Mundial da Aids enfoca a conscientização

O Dia Mundial da Aids é celebrado todos os anos em 1° de dezembro, e se trata de uma oportunidade para pessoas de todo o mundo se unirem na luta contra o HIV, demonstrar seu apoio às pessoas que vivem com o HIV e relembrar as pessoas que morreram desta doença. O Dia Mundial da Aids foi a primeira data global referente à saúde e foi estabelecida em 1988.

Porque o Dia Mundial da Aids é importante?

Cerca de 34 milhões de pessoas no mundo tem HIV. Mais de 25 milhões morreram em consequência do vírus entre 1981 e 2007 em todo o mundo, uma das mais destrutivas pandemias da história.

Hoje, muitas descobertas científicas foram feitas sobre o tratamento do HIV, existem leis que protegem pessoas que vivem com HIV e sabemos muito mais sobre a doença. Apesar disso, as pessoas não sabem como se proteger e aos outros do HIV, e o estigma e a descriminação permanecem uma realidade para muitas pessoas vivendo com HIV. O Dia Mundial da Aids é importante pois relembra ao público e as entidades governamentais que o HIV não se foi – há ainda uma necessidade vital de levantar fundos, aumentar a conscientização, combater o preconceito e melhorar a educação sobre a doença.

Sobre a AIDS e o HIV

O vírus da imunodeficiência humana (HIV) infecta as células do sistema imunitário, alterando ou cancelando sua função. A infecção provoca uma deterioração progressiva do sistema imunológico, levando à “imunodeficiência”. Acredita-se que o sistema imune torna-se deficiente quando deixa de cumprir a sua função de combater infecções e doenças. A síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) é um termo que se aplica às fases mais avançadas da infecção por HIV e é definida pela presença de um de mais de 20 infecções oportunistas ou canceres relacionados com o HIV.

O HIV pode ser transmitido pelo sexo vaginal, anal ou oral com uma pessoa infectada, transfusão de sangue contaminado ou compartilhamento de agulhas, seringas ou outros instrumentos cortantes. Ela também pode ser transmitida da mãe para o filho durante a gravidez, parto e amamentação.

Graças aos recentes avanços no acesso ao tratamento com antirretrovirais, as pessoas HIV positivas podem agora viver mais tempo e em melhor estado de saúde. Além disso, foi confirmado que o tratamento com antirretrovirais evita as transmissões do vírus de uma pessoa infectada a seu parceiro sexual.

Nos países de baixa e média renda, no final de 2012, cerca de 10 milhões de pessoas recebiam terapia antirretroviral, apesar de que mais de 16 milhões necessitam de tratamento, mas não tem acesso a ele. Havia também mais de 2,1 milhões de adolescentes que viviam com HIV.

A OMS divulgou um conjunto de diretrizes e fornece apoio aos países para que formulem e apliquem politicas e programas para melhorar e ampliar a escala dos serviços de prevenção, tratamento, assistência e apoio de todas as pessoas infectadas pelo HIV.

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Fontes:

World Aids Day

Página sobre HIV/AIDS

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Produção científica sobre AIDS/HIV

Para fomentar o acesso à informação científica e técnica, a BIREME/OPAS/OMS selecionou documentos nas bases LILACS e Medline sobre Aids, com foco no diagnóstico, prevenção, e tratamento da doença, a partir de 1980.

A Fig. 1 mostra a distribuição de documentos em LILACS por país de publicação. Para maior clareza estão representados apenas os seis países mais produtivos. O Brasil é o país com maior número total de documentos, seguido pela Argentina, Chile, Estados Unidos (neste caso, se refere aos documentos publicados pelo periódico oficial da Organização Pan Americana da Saúde, a Revista Panamericana de Salud Pública), México e Colombia.

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Saiba mais

Veja também a seleção de documentos sobre o tema na BVS

Departamento de DST, Aids, e hepatites virais do Ministério da saúde do Brasil

Página sobre HIV/AIDS da OMS (em espanhol)

Programa sobre AIDS das Nações Unidas UNAIDS (em espanhol)

World Aids Campaign (em inglês)

World Aids Day (em inglês)

Informe 2010 da OMS “Towards universal access: Scaling up priority HIV/AIDS interventions in the health sector” (em inglês)

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